A tela utilizada nas cirurgias de hérnia é feita, na maioria das vezes, de polipropileno. Entenda como ela funciona e por que a rejeição verdadeira é rara.
Neste texto, você vai entender se o organismo pode rejeitar a tela utilizada nas cirurgias de hérnia, como esse material funciona e por que as tecnologias atuais reduziram muito os problemas relacionados à integração da tela com os tecidos.
A tela de hérnia pode ser rejeitada?
Uma dúvida comum entre pacientes que passaram por cirurgia de hérnia é se o organismo pode rejeitar a tela utilizada na correção da parede abdominal.
As telas são utilizadas justamente para reforçar essa parede e aumentar a resistência da região operada.
Do que são feitas as telas cirúrgicas
A maioria das telas utilizadas em cirurgia é feita de polipropileno, um material plástico que é utilizado na medicina desde a década de 1950.
Por ser um material amplamente estudado e utilizado há décadas, sua segurança e comportamento no organismo são bem conhecidos.
Como são as telas modernas
As telas atuais possuem uma estrutura semelhante a uma tela de mosquiteiro.
Essa característica permite que o processo de cicatrização aconteça através dos pequenos espaços da tela, favorecendo a integração com os tecidos do corpo.
O que acontecia com as telas antigas
No passado, acreditava-se que as telas deveriam ser extremamente resistentes e compactas.
Durante o processo de cicatrização, o tecido cicatrizava apenas nas bordas da tela, mas não através dela.
Isso podia fazer com que a tela ficasse relativamente solta na região operada.
Integração com os tecidos
Nessas situações, não ocorria uma rejeição verdadeira da tela, mas sim uma falta de integração com os tecidos.
Com as telas modernas, a cicatrização ocorre pelos pequenos orifícios do material, permitindo uma fixação mais organizada e estável.
Segurança das telas atuais
Hoje em dia, é raro encontrar problemas relacionados à integração das telas com os tecidos.
Esses materiais são utilizados há muitos anos em diferentes tipos de cirurgia de hérnia.
Uso das telas em diferentes regiões
Nas cirurgias de hérnia inguinal, por exemplo, as telas de polipropileno são utilizadas desde a década de 1990.
Já nas hérnias ventrais, esse tipo de material é utilizado há ainda mais tempo.
Dependendo do caso, as telas podem ser posicionadas em diferentes camadas da parede abdominal.
O que o paciente deve saber
De forma geral, as telas utilizadas atualmente são materiais bem conhecidos na medicina e costumam apresentar boa integração com o organismo.
Perguntas Frequentes:
A tela usada na cirurgia de hérnia pode ser rejeitada?
A rejeição verdadeira é rara. O que pode ocorrer, em alguns casos, é dificuldade de integração da tela com os tecidos.
De que material é feita a tela cirúrgica?
Na maioria das vezes, ela é feita de polipropileno, um material utilizado na medicina desde a década de 1950.
Como a tela se integra ao organismo?
As telas modernas possuem pequenos espaços que permitem a cicatrização através delas.
As telas são usadas há muito tempo?
Sim. Nas hérnias inguinais, por exemplo, elas são utilizadas desde a década de 1990.
A tela pode ser colocada em qualquer lugar da parede abdominal?
Dependendo do tipo de hérnia, ela pode ser posicionada em diferentes camadas da parede abdominal.
